Em resumo:
- O Pix registrou cerca de 7,86 bilhões de transações em maio e movimentou R$ 3,48 trilhões.
- A TED movimentou R$ 3,83 trilhões, mantendo a liderança em valor financeiro, apesar de registrar apenas 65,5 milhões de operações;
- Boletos e cheques continuam relevantes em nichos específicos, mas representam um volume muito menor de transações que o Pix.
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O Pix permaneceu como o principal meio de pagamento utilizado pelos brasileiros em maio de 2026. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que o sistema registrou aproximadamente 7,86 bilhões de transações no mês, movimentando cerca de R$ 3,48 trilhões.
Apesar da liderança absoluta em quantidade de operações, a TED (Transferência Eletrônica Disponível) continuou ocupando o primeiro lugar quando o assunto é volume financeiro. No período, foram movimentados aproximadamente R$ 3,83 trilhões por meio de TEDs, distribuídos em cerca de 65,5 milhões de transferências.
Os números reforçam um comportamento que já vem sendo observado desde a consolidação do Pix: o sistema instantâneo domina as transações do dia a dia, enquanto a TED permanece como um instrumento amplamente utilizado para movimentações de valores elevados, especialmente entre empresas e instituições financeiras.


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Veja resumos dos meios de pagamento de maio de 2026
Segundo o Banco Central, somente em maio foram registradas aproximadamente:
| Meio de pagamento | Quantidade de operações | Valor movimentado |
|---|---|---|
| Pix | 7,86 bilhões | R$ 3,48 trilhões |
| TED | 65,5 milhões | R$ 3,83 trilhões |
| Boleto | 321,9 milhões | R$ 541,1 bilhões |
| Cheque | 6,3 milhões | R$ 29 bilhões |
Pix amplia vantagem entre os meios de pagamento
Lançado em 2020, o Pix transformou a forma como pessoas e empresas movimentam dinheiro no Brasil. A praticidade, a liquidação instantânea e a disponibilidade durante 24 horas por dia contribuíram para que o sistema se tornasse o principal meio de pagamento do país.
Os dados evidenciam a diferença de escala entre o Pix e os demais instrumentos de pagamento. Enquanto o sistema instantâneo registra bilhões de operações mensalmente, meios tradicionais, como boletos, TEDs e cheques, apresentam volumes significativamente menores.
TED continua concentrando operações de maior valor
Mesmo realizando cerca de 120 vezes menos operações que o Pix, a TED movimentou um volume financeiro superior no mês.
Esse comportamento ocorre porque a modalidade ainda é amplamente utilizada em operações corporativas, transferências entre empresas e movimentações financeiras de maior valor, nas quais o montante médio por transação costuma ser significativamente superior ao observado no Pix.
Já o Pix concentra principalmente pagamentos cotidianos, transferências entre pessoas físicas, compras no comércio e pagamentos de serviços, o que explica o número muito maior de operações, mas um valor médio inferior por transação.
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Boletos seguem relevantes para cobranças
Os boletos bancários continuam desempenhando papel importante, principalmente em cobranças empresariais e pagamentos com vencimento programado.
Em maio, esse instrumento registrou aproximadamente 321,9 milhões de pagamentos, movimentando cerca de R$ 541,1 bilhões, demonstrando que ainda permanece relevante para diversos segmentos do mercado.
Uso de cheques continua em queda
O cheque segue perdendo espaço no sistema financeiro brasileiro. Em maio foram compensados aproximadamente 6,3 milhões de cheques, com movimentação próxima de R$ 29 bilhões, um volume bastante inferior ao registrado pelos meios eletrônicos de pagamento.
A tendência acompanha o processo de digitalização observado nos últimos anos, impulsionado principalmente pela expansão do Pix e pelo crescimento das soluções digitais oferecidas por bancos e fintechs.
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