Em resumo:
- O Pix acumulou quase 44 bilhões de transações no primeiro semestre de 2026;
- A quantidade de operações via Pix cresceu 8,8% do primeiro para o segundo trimestre;
- O cartão de crédito aparece em seguida, com 12,11 bilhões de transações nos seis primeiros meses do ano.
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O Pix registrou quase 44 bilhões de transações no primeiro semestre de 2026, segundo dados das Estatísticas de Meios de Pagamentos do Banco Central (BC). O número considera as operações realizadas durante o primeiro e o segundo trimestres do ano.
Foram aproximadamente 21,07 bilhões de transações entre janeiro e março e outras 22,93 bilhões entre abril e junho. Isso representa um crescimento de 8,8% entre os dois períodos.
Os cartões também mantiveram participação relevante. O cartão de crédito contabilizou 12,11 bilhões de transações no semestre, enquanto o débito registrou 8,04 bilhões e os cartões pré-pagos, 4,36 bilhões.
Ao todo, os meios apresentados na base somaram aproximadamente 80,33 bilhões de transações no primeiro semestre. Desse total, cerca de 54,8% foram realizadas via Pix.


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Quais foram os meios de pagamento mais utilizados no primeiro semestre?
Os cartões aparecem logo depois do Pix quando o critério é quantidade de transações. Confira os números acumulados entre janeiro e junho:
| Meio | Transações no 1º semestre |
|---|---|
| Pix | 44,00 bilhões |
| Cartão de crédito | 12,11 bilhões |
| Cartão de débito | 8,04 bilhões |
| Cartão pré-pago | 4,36 bilhões |
| Débito direto | 4,33 bilhões |
| Boleto | 2,72 bilhões |
| Transferências intrabancárias | 1,80 bilhão |
| Convênios | 1,35 bilhão |
| Saques | 1,18 bilhão |
| TED | 387,08 milhões |
| Cheques | 57,20 milhões |
O que os números mostram sobre os pagamentos no Brasil?
As estatísticas do primeiro semestre reforçam a presença dos meios digitais na rotina financeira brasileira. O Pix é o principal exemplo. Em apenas seis meses, foram quase 44 bilhões de transações — quantidade mais de três vezes superior à registrada pelos cartões de crédito no mesmo período.
Os cartões, por sua vez, continuam representando uma parcela relevante das operações, especialmente quando crédito, débito e pré-pago são considerados conjuntamente.
Boletos, débito direto, transferências bancárias, saques e cheques completam um mercado no qual diferentes instrumentos continuam coexistindo.
Para empresas que vendem para brasileiros, inclusive aquelas localizadas no exterior, acompanhar essa transformação ajuda a compreender quais experiências de pagamento já fazem parte da rotina dos consumidores.
A escala alcançada pelo Pix é especialmente relevante nesse contexto: os dados do Banco Central mostram que o meio de pagamento respondeu por mais da metade das transações entre os instrumentos apresentados no primeiro semestre de 2026.
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